lua, o meu primeiro silencio...
Procuro com esperança, num olhar, um abrigo secular, alguém que me diga: és bem recebida...Se digo que estou perdida, sabes logo... tiras-me deste paradigma.
Difere o desfecho assim como a jornada.
Nesta caminhada persegues-me com o silêncio. Deitas-me a mão, como para apanhar uma pedra que jaz esquecida no chão depois de tanto ser pisada sem ser olhada. É no calor do teu íntimo, que procuro um abraço, que me aperte numa noite fria e escura e que me acalme com uma melodia de embalar...
